Não importa a tua idade
me encatares assim é maldade
eu me encho de esperança
até explodir em insegurança
é como desejar dormir e não sonhar
o sonho torna insuportável acordar
a realidade fora dele é sempre outra
é sempre o mesmo punho e nenhuma boca
quero morrer enquanto sou jovem
e não velho sozinho e sem ninguém
No fundo de um copo
eu tentei afogar minhas mágoas
mas seus corpos
não afundaram e vieram à tona
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
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